Desde o dia 1º de janeiro deste ano, de acordo com resolução da Fifa, os clubes de todo o mundo estão autorizados a levar até 12 jogadores para o banco de reservas, e não sete, número limite anterior.
Porém, quase todas as agremiações brasileiras só se deram conta disso a partir de quarta-feira passada, quando o departamento de competições da CBF enviou comunicado sobre a 'nova' regra.
Porém, quase todas as agremiações brasileiras só se deram conta disso a partir de quarta-feira passada, quando o departamento de competições da CBF enviou comunicado sobre a 'nova' regra.
Bahia e Vitória, por exemplo, ainda não se aproveitaram do benefício de contar com mais opções para o decorrer dos jogos. Nas partidas do último domingo, tanto o tricolor quanto o rubro-negro não ultrapassaram o número de 18 relacionados.
A grande exceção fica por conta do São Paulo. O time do Morumbi foi o único brasileiro que colocou 12 reservas no banco no jogo de domingo, diante do Santos. Além disso, foi o primeiro a tirar vantagem do regulamento, quando, na última rodada antes da parada para a Copa das Confederações, em 12 de junho, relacionou 20 atletas para enfrentar o Grêmio.
Opção - Questionados sobre o motivo pelo qual não usaram o novo limite de suplentes, os supervisores da dupla Ba-Vi dão exatamente a mesma resposta: "Foi uma opção do clube".
Profissional do Vitória, Mário Silva pondera que levar mais jogadores ao banco não é grande vantagem, principalmente quando as partidas são fora. "Não é nem questão de custo, mas há um prejuízo técnico, pois atletas que poderiam estar treinando no CT viajariam para não jogar", argumenta ele, que revela: a ideia, a partir de agora, é colocar mais jogadores como opção nos jogos no Barradão, apesar do fato de, segundo o próprio, o estádio não comportar tantos atletas no banco. (Daniel Dórea / A TARDE)
A grande exceção fica por conta do São Paulo. O time do Morumbi foi o único brasileiro que colocou 12 reservas no banco no jogo de domingo, diante do Santos. Além disso, foi o primeiro a tirar vantagem do regulamento, quando, na última rodada antes da parada para a Copa das Confederações, em 12 de junho, relacionou 20 atletas para enfrentar o Grêmio.
Opção - Questionados sobre o motivo pelo qual não usaram o novo limite de suplentes, os supervisores da dupla Ba-Vi dão exatamente a mesma resposta: "Foi uma opção do clube".
Profissional do Vitória, Mário Silva pondera que levar mais jogadores ao banco não é grande vantagem, principalmente quando as partidas são fora. "Não é nem questão de custo, mas há um prejuízo técnico, pois atletas que poderiam estar treinando no CT viajariam para não jogar", argumenta ele, que revela: a ideia, a partir de agora, é colocar mais jogadores como opção nos jogos no Barradão, apesar do fato de, segundo o próprio, o estádio não comportar tantos atletas no banco. (Daniel Dórea / A TARDE)
Pelo lado do Bahia, Roberto Passos explica: "Anderson Barros (diretor de futebol) e Cristóvão (técnico) estão avaliando como o Bahia vai se inserir nesse novo contexto". Na viagem de hoje para São Paulo, onde o Esquadrão encara o tricolor amanhã e a Ponte, sábado, é bem possível que mais atletas sejam levados para compor o banco. (Daniel Dórea / A TARDE)
Vejas quantos atletas cada clube levou ao banco na 6ª rodada do Brasileiro:
12 - São Paulo
11 - Flamengo
10 - Goiás
9 - Santos, Vasco, Internacional, Fluminense e Ponte Preta
8 - Corinthians, Botafogo, Cruzeiro, Coritiba , Atlético-PR e Grêmio
7 - Atlético-MG, Criciúma, Portuguesa, Náutico, Bahia e Vitória