“Quando era pequeno, jogava por amor ao futebol.”
Tão surrado e meigo clichê, conforme sabem os viris e masculinásticos ouvintes, pode ser proferido por qualquer pessoa – menos por um zagueiro. É inadmissível, sob qualquer hipótese, que um camisa 4 diga ou faça algo parecido com “jogar por amor”, pois, tal ato, confissão ou pensamento, é pecado capital e depõe contra a natureza dos que defendem a zona do agrião. Afinal, os que labutam na referida função DEVEM TER A PIEDADE DE UM MATADOR DE FILME B. (cliquem neste linque, fariseus.)
Tão surrado e meigo clichê, conforme sabem os viris e masculinásticos ouvintes, pode ser proferido por qualquer pessoa – menos por um zagueiro. É inadmissível, sob qualquer hipótese, que um camisa 4 diga ou faça algo parecido com “jogar por amor”, pois, tal ato, confissão ou pensamento, é pecado capital e depõe contra a natureza dos que defendem a zona do agrião. Afinal, os que labutam na referida função DEVEM TER A PIEDADE DE UM MATADOR DE FILME B. (cliquem neste linque, fariseus.)

































